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Dia do Rio Tietê: Clube Esperia preserva a memória do rio mais importante de São Paulo

No dia 22 de setembro (sábado) celebramos o Dia do Rio Tietê. Há 118 anos, quando o Clube Esperia foi fundado, o Tietê se tornou palco de grandes competições náuticas e aquáticas e um dos pontos de lazer preferido dos paulistanos que se reuniam à sua margem para piqueniques e programações em família.

Vital Costa e Levon Dermendjian, por exemplo, fizeram parte da equipe de Remo do Clube e conquistaram diversas medalhas e troféus e hoje, emocionados, compartilham suas lembranças com uma juventude que tem dificuldade em acreditar que um dia o Tietê já foi limpo. Os dois são memórias vivas desta época.

“Nadei muito no Rio Tietê. Fiz parte da equipe de Remo do Esperia na década de 50, inclusive para entrar na equipe tínhamos que fazer um teste nadando no Tietê, indo e voltando de uma margem a outra. Durante muitos anos o Tietê fez parte do meu dia a dia, treinava lá de terça a domingo. Participei do último Campeonato Paulista que aconteceu no rio e guardo comigo até hoje a medalha da vitória”, conta Vital.

O Esperia foi pioneiro na realização de regatas no Tietê e possui em seu Arquivo Histórico um grande acervo de imagens raras, troféus, medalhas, documentos, jornais e revistas da época. “Recebemos muitos associados, visitantes, estudantes, jornalistas, historiadores e até mesmo familiares de atletas que participaram de competições em busca de informações e fotos de época”, comenta o historiador e coordenador do Departamento Histórico do Clube, André Bertin.

“Temos uma obrigação com a sociedade e com as novas gerações de manter viva a memória do rio mais importante da cidade. Aqui no Esperia celebramos o Dia do Rio Tietê com muita nostalgia e desejo de que um dia ele possa voltar a ser um local de lazer para os paulistanos”, diz o presidente do Esperia, Osmar Monteiro.

Para agendar uma visita ao Arquivo Histórico do Clube, entre em contato pelo e-mail arquivohistorico@esperia.com.br ou pelo telefone: 2223-3358.

 

 

 

Sobre o Autor

Por promenade / Editor, bbp_participant, author, contributor on set 17, 2018

Comentário (1)

  • Marcos C. Pereira

    Estagiei/trabalhei no Clube Esperia nos anos 90 e início dos 2000 e ainda não acredito que a modalidade remo esteja hoje fora do conjunto esportivo oferecido aos seus associados e fora do cenário nacional da modalidade. Clube que teve suas origens nessa modalidade, que promovia a cada ano a tão esperada ” FITA AZUL DO REMO BRASILEIRO ” (regata comemorativa do aniversário do clube), que contava com a participação dos melhores remadores de todo Brasil. Clube que cedeu remadores para representar o país em mundial de juniores (Nashi), remadoras para competir Sulamericano e Festival Olímpico de Inverno (Ana Helena e Patrícia) e em 1997 experimentamos, com a liderança do experiente técnico Breno Manczck Melo, o auge do remo esperiota, ganhando vencendo um grande número de provas em regatas regionais e nacionais (eu estava como professor da iniciação e auxiliar técnico nessa época). Um esporte de estrutura talvez não tão fácil de manter, mas de um retorno importantíssimo do ponto histórico e como atividade completa para seu associado. Uma pena .

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